"Chaise moi" 2008
"...rescata esa esencia del paso del tiempo, ese retorno a tiempos pasados, guiños a la memoria romantica y tierna de nuestra infancia, ...pero con un contenido muy anclado al presente, contemporaneo y real..."
PLATA



    Maria 2010 (150:100)cm, Painting - mixed media

Técnica mista sobre papel (30:21cm) 2010

Alligator 2008 (65:65)cm Painting - mixed media




At the Window 2007
(100:100)cm
Painting - mixed media
Mamy Blue 2007 (150:100)cm Painting - mixed media


The Gift 2007 (92:96)cm Painting - mixed media

Till the Sun Turns Black 2006/07 (Técnica mista s/ tela)

Milk & kisses 2005 (120:100)cm Painting - mixed media
OBRA ABERTA
"toda obra de arte é aberta porque não comporta apenas uma interpretação...." Umberto Eco
Não há criação pura!
"Verdadeiramente, nós não inventamos o que quer que seja. Pedimos emprestado e recriamos. Destapamos e descobrimos. Tudo foi dado como dizem os místicos..." Henry Miller
Facial Landscape 2004 (180:180)cm Painting - mixed media

Always on my mind 2002 (Técnica mista s/ tela)

Texto de João Viana

“…..Alma deriva da geração de artistas que ao longo
dos últimos vinte, trinta anos, fazendo frente a um mundo visual saturado,
optou pela apropriação e reciclagem de imagens de proveniência diversa. No entanto, a sua inclusão neste grupo é discutível, dado que, em vez de seguir
a via habitual do roubo incondicional de referências, citações históricas e respectiva reciclagem resultante numa dispersão de significado, o seu caso tem vindo a revelar uma orientação idiossincrática restrita...”
“Que Alma nos queira embevecer com o mundo da infância pode parecer, em flagrante, o seu propósito. Mas ainda que à primeira vista se evidencie aqui uma boa imitação da tendência infantil, compulsiva, para escrever e pintar nas superfícies mais impróprias, o vandalismo da autora, só aparentemente
inocente, vai obviamente bem mais longe……”
“Neste espaço fluido, transparente e teatral manifesta-se uma interacção de mútua influência gráfica e plástica - entre a pulsação do fundo (encenando a realidade) e os desenhos que se lhe sobrepõem (paradigmáticos do imaginário infantil). Desta agitação resulta a força expressiva de um ambiente de tempo perdido, nostálgico e metafísico….”